sábado, 30 de junho de 2012

Decifrando a experiência consciente


A experiência consciente possui ao seu redor muitos mistérios que ainda não nos foram desvelados. A consciência é o conhecimento que nós temos próximos a nós mais acessível, e mesmo assim não conseguimos harmonizá-la com os outros saberes que temos. Sabe-se que ela surge dos processos neurais cerebrais, porém não se sabe como isso ocorre. As experiências objetivas, quando somadas às subjetivas, constituem as nossas consciências, formadas essencialmente pelas construções objetivas e externas a si própria, como as nossas sensações dos objetos e os nossos sentimentos sobre as coisas.

O behaviorismo concentrou-se no comportamento como forma de expressão exteriorizada pelos atos do sujeito e pouco ou nada fez para poder analisar outros estados como os subjetivos, existenciais e pessoais de cada um. Antes de se desenvolverem, as ciências cognitivas não eram daquelas que criam na compreensão dos estados internos, pois sendo eles tão subjetivos, nada assegurava que fossem depreendidos pelos moldes do momento. Atualmente, essas concepções se atualizaram e por isso agora temos estudado estes fenômenos mentais na consciência. 


Com a experiência de Mary, não podemos afirmar que os processos mentais em sua totalidade são oriundos das experiências físicas. É obscura a compreensão de como os eventos mentais derivam dos fatos físicos. A consciência é produto do cérebro. Os neurocientistas não mergulham a fundo no estudo dos problemas mais complexos da mente, ficando apenas com aqueles que são simples. Os problemas fáceis se relacionam com o comportamento. Os problemas difíceis estão mais voltados a como se mostra uma experiência concreta em termos de ser consciente. As explicações da consciência não são nem estruturais e nem funcionais. A física apresenta resoluções para o problema das consciências, que por sua vez não deriva das soluções físicas. 

O reducionismo explica a consciência tanto pela neurologia quanto pela psicologia. Embora a neurociência acrescente aos estudos, não é capaz de nos fazer compreender exatamente a natureza dos fenômenos mentais. Consciência é uma palavra de muitos significados. Os problemas fáceis da consciência são aqueles que podem ser considerados quando observamos os aparatos da cognição, ou seja, os cinco sentidos. Qual a relação da consciência com os sentidos é uma base dos problemas simples da consciência. Os problemas difíceis são aqueles nos quais os processos físicos ocasionam mudanças no comportamento e nos estados cerebrais, dando ênfase sobre ao caráter subjetivo da percepção pessoal.

Com a experiência de Mary, não podemos afirmar que os processos mentais em sua totalidade são oriundos das experiências físicas. É obscura a compreensão de como os eventos mentais derivam dos fatos físicos. A consciência é produto do cérebro. Os neurocientistas não mergulham a fundo no estudo dos problemas mais complexos da mente, ficando apenas com aqueles que são simples. Os problemas fáceis se relacionam com o comportamento. Os problemas difíceis estão mais voltados a como se mostra uma experiência concreta em termos de ser consciente. As explicações da consciência não são nem estruturais e nem funcionais. A física apresenta resoluções para o problema das consciências, que por sua vez não deriva das soluções físicas.




Rio de Janeiro/RJ

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